“Todas as palavras são a loucura dos Poetas, não fossem elas o próprio sangue que corre nas veias”


(Lúcia Machado)

16/11/2007

A janela do ontem


Tudo tem um tempo
Há um tempo para amar
Um tempo para chorar
Tempo para curar
Para aceitar

Como o rio, que segue o curso natural
Assim como, o dia dá lugar à noite
Como as Andorinhas, que vão e voltam na Primavera
Ou mesmo, como barco à deriva, que encontra o rumo

Como um pássaro livre que voa…

A saudade deixará lugar à tranquilidade
E, o saber esperar…
O poder acreditar no novo amanhecer
Pacientemente…
Fará de mim um novo ser…

Acho que é isto!!

Esperarei tranquilamente
Por um novo dia…
Por ti…

(se assim tiver de ser)


(Lúcia Machado)

2 comentários:

ZezinhoMota disse...

Parabéns - Parabéns - Parabéns.

Adorei ler-te, escreves muito bem.

Regresso para continuar a ler estes poemas que gosto imenso.

Bom fim de semana.

Bjnhs

ZezinhoMota

Mel de Carvalho, www.noitedemel.blogs.sapo.pt disse...

Lúcia,
Vim conhecer o seu mundo.
Gostei do que por aqui vi, prometo voltar.

Beijo da Mel (do Luso)

... Aqui jazem todas as angústias, os medos, a solidão, as alegrias, as tristezas...
Jazem momentos únicos, momentos irrepetíveis...
....a saudade, o acreditar....
..As lágrimas, o desespero, o renascer...
a morte...
Todos os momentos de uma vida...uns eternos, outros não...
Aqui jaz uma nova esperança... o amor...

...Tu...



(Lúcia Machado)




Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, cedência, difusão, distribuição, armazenagem ou modificação, total ou parcial, por qualquer forma ou meio electrónico, mecânico ou fotográfico destes textos sem o consentimento prévio e expresso do autor. Exceptuam-se a esta interdição os usos livres autorizados pela legislação aplicável, nomeadamente, o direito de citação, desde que claramente identificada a autoria e a origem.