“Todas as palavras são a loucura dos Poetas, não fossem elas o próprio sangue que corre nas veias”


(Lúcia Machado)

14/02/2008


Como posso te querer tanto?
E de tanto te querer
Te encontro na confusão
Dos meus sentidos…
Na manhã onde me afogo
E de novo, me dás o sopro da vida
Ao toque dos teus lábios
Que suavemente embalam os meus

E assim, neste ignorar da tua ausência
Crio na minha fantasia
A tua presença
No contorno do vento
Brisa que me enfeitiça
Onde te procuro
A ti…
Que me sossegas a alma

E no teu abraço
…no teu abraço
A chama da minha paixão
Chama pelo teu nome
Nos segredos roubados
Nas magoas e desventuras
Secretos desejos
Do coração


(Lúcia Machado)

1 comentário:

VÓNY FERREIRA disse...

Não quero ser repetitiva mas friso as vezes que forem necessárias... que gosto da forma fluente e bela como te exprimes!
Há em tudo quanto escreve uma transparência de cristal, como se autenticidade que evidencias fosses um rio, despoluído a correr nas tuas palavras.
Gosto de quem escreve com esta naturalidade e autenticidade porque tudo isso é perceptível à alma de quem nos lê.
Este poema é mais um hino ao amor.
Minha querida só posso desejar que essa inspiração nunca te falte e que fales eternamente do amor com esta vivacidade e ternura.
É sinal que amas!
Nada melhor para uma "Poetisa" do que estar apaixonada!
Um beijinho, amiga e a minha sincera admiração pela pessoa que revelas ser!

... Aqui jazem todas as angústias, os medos, a solidão, as alegrias, as tristezas...
Jazem momentos únicos, momentos irrepetíveis...
....a saudade, o acreditar....
..As lágrimas, o desespero, o renascer...
a morte...
Todos os momentos de uma vida...uns eternos, outros não...
Aqui jaz uma nova esperança... o amor...

...Tu...



(Lúcia Machado)




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