Nos braços, carrego a solidão
Por mais que me rodeiem,
Por mais, que as mãos afaguem o meu rosto…
Tenho momentos de imenso silêncio.
Sou como a chuva que cai
Mesmo rodeada de outras gotículas
Caio sempre sozinha
…procuro o meu lugar neste imenso solo que me acolhe
E mesmo que me olhe…
… não me vejo
Gosto do som que as minhas semelhantes fazem
São como folhas soltas ao vento
E nessa liberdade me encontro
Na queda livre que me espera
…sou muito mais que uma simples quimera
Essa coisa resultante da imaginação
…sou corpo, alma…
…Gota de orvalho que desliza ao encontro da tua mão.
(Lúcia Machado)

Gostei amor, como sempre :-)
ResponderEliminarAmo-te muito!!!
Lúcia Machado!
ResponderEliminarBelo poema; belas mudanças. Enfim, está tudo revigorado e fantástico!
Parabéns!
Beijos do amigo (mesmo com a ausência, não me esqueço de ti)
ZezinhoMota
"Viajar em Portugal - http://ominho-zezinhomota.blogspot.com/"
A solidão tem muitos contornos, muitos deles conseguem aproximar a glória ao anoitecer dos desejos
ResponderEliminar