29/07/2008
28/07/2008
Abro as asas, lanço-me no infinitoFecho os olhos, com o vento a bater-me na face
Grito, até me doer os pulmões
Abraço-te, minha imagem suspensa no infinito
Solto-me em rodopios estonteantes
O sangue corre-me nas veias
Com a velocidade do pulsar do coração
A queimar-me por dentro
Até a ti chegar…
(Lúcia Machado)
Sinto que está incompleto…
Mas, por agora fica assim…
27/07/2008
Chuva
Hoje chove lá fora!
O Verão chora baixinho as mágoas
Do dia saudoso
Perdido e só…
Se estiverem atentos…
Ouvem os soluços do céu!
Ao sabor das lágrimas em movimento…
O vento assobia baixinho
Quer a noite embalar
Mas, o Verão não se deixa enganar
Tem saudades do dia, que se foi
Tem saudades que ferem
A alma e que corta o seu coração…
Saudades tuas
Meu dia, minha noite…meu Verão
(Lúcia Machado)
26/07/2008
Pedem-me para escrever algo alegre
Mas, não consigo!
Por mais que tente, não sei escrever sobre o amor…
Se estou feliz…demonstro a felicidade com abraços, beijos, carinhos…
Dou-me de corpo e alma, faço tudo para ver os outros sentirem-se amados
Sejam os amigos, a família ou o meu grande AMOR…
Não sei escrever sobre o amor!
Fico num estado de anestesia parcial, quando estou apaixonada!
Mas, quando a dor vem…não sou muito do género de “gritar” ou “espernear”!
Choro as minhas mágoas em silêncio e só uma ou outra pessoa, se apercebe do que se passa comigo…
Aqueles amigos, que nos conhecem tão bem que, basta para eles olhar nos nossos olhos e percebem logo tudo…
Tenho uma amiga assim…bem tento esconder!
Mas, parece que lê a minha alma através dos meus olhos!
Ela me dá conforto e na “cabeça” também!
Pois, sabe ser implacável quando quer (e com razão) ela é a minha ponte entre a realidade e o sonho…
A ela, eu agradeço toda a amizade (sem ela) não seria capaz de sobreviver às “quedas” do coração…
Quanto ao amor…como disse (acho que não sei demonstrá-lo de outra forma)…
A dor…essa sim!
Essa, consigo transpô-la nas palavras!
E como disse em baixo…fico mais leve!
Por isso, escrever sobre o amor, esse nobre sentimento…julgo que não serei capaz
(Lúcia Machado)
Perdoem o alongamento…
Realmente falo, aliás escrevo demais : p
Mas, não consigo!
Por mais que tente, não sei escrever sobre o amor…
Se estou feliz…demonstro a felicidade com abraços, beijos, carinhos…
Dou-me de corpo e alma, faço tudo para ver os outros sentirem-se amados
Sejam os amigos, a família ou o meu grande AMOR…
Não sei escrever sobre o amor!
Fico num estado de anestesia parcial, quando estou apaixonada!
Mas, quando a dor vem…não sou muito do género de “gritar” ou “espernear”!
Choro as minhas mágoas em silêncio e só uma ou outra pessoa, se apercebe do que se passa comigo…
Aqueles amigos, que nos conhecem tão bem que, basta para eles olhar nos nossos olhos e percebem logo tudo…
Tenho uma amiga assim…bem tento esconder!
Mas, parece que lê a minha alma através dos meus olhos!
Ela me dá conforto e na “cabeça” também!
Pois, sabe ser implacável quando quer (e com razão) ela é a minha ponte entre a realidade e o sonho…
A ela, eu agradeço toda a amizade (sem ela) não seria capaz de sobreviver às “quedas” do coração…
Quanto ao amor…como disse (acho que não sei demonstrá-lo de outra forma)…
A dor…essa sim!
Essa, consigo transpô-la nas palavras!
E como disse em baixo…fico mais leve!
Por isso, escrever sobre o amor, esse nobre sentimento…julgo que não serei capaz
(Lúcia Machado)
Perdoem o alongamento…
Realmente falo, aliás escrevo demais : p
25/07/2008

Chamem os carcereiros!
Levem-me para um lugar escuro!
Onde nem o Sol possa entrar!
Quero que me amarrem o coração
A alma também!
Num tempo escasso, que corre veloz
Como cavalo que sabe a direcção do precipício
Mesmo sabendo que a queda será fatal!
Levem…carreguem o fardo! ...a memória das mãos na face
Levem as lágrimas que percorrem o rosto…
Como se, o seu único intuito, fosse regar a alma esquecida
Quero-a perdida!
Solta por aí!
Sem eira nem beira!
Sei lá!
Talvez encontre alguém que a faça feliz
A acarinhe e queira…
Mas, chamem os carcereiros…
Eles sabem tudo o que preciso…
Esconder-me numa prisão feita de rosas
Cultivadas na memória da solidão
Fazer dos teus braços as grades, e do teu peito o chão...
Sozinha…
Preciso de estar sozinha...
Num sítio onde o vento beija o meu rosto
E sim…onde te encontro…onde te espero!
Nas manhãs que um dia, hão-de vir…
(Lúcia Machado)
P.S. Por vezes, dou por mim a ler o que escrevo…
E nem mesmo eu, me reconheço ou percebo de onde sai tanta dor!
Acho que, como diz uma amiga minha, “cultivo-a?!)
Maybe…mas só fico leve, quando escrevo esta “raiva" esta "angústia” que me fere e sai!...
Esta é a minha forma de “gritar” ao mundo e “espernear” contra tudo o que vai cá dentro : p
Serei mesmo doutro planeta!!
Eheheh!
Não interessa! Importa que me sinto mais leve depois disto : p
Levem-me para um lugar escuro!
Onde nem o Sol possa entrar!
Quero que me amarrem o coração
A alma também!
Num tempo escasso, que corre veloz
Como cavalo que sabe a direcção do precipício
Mesmo sabendo que a queda será fatal!
Levem…carreguem o fardo! ...a memória das mãos na face
Levem as lágrimas que percorrem o rosto…
Como se, o seu único intuito, fosse regar a alma esquecida
Quero-a perdida!
Solta por aí!
Sem eira nem beira!
Sei lá!
Talvez encontre alguém que a faça feliz
A acarinhe e queira…
Mas, chamem os carcereiros…
Eles sabem tudo o que preciso…
Esconder-me numa prisão feita de rosas
Cultivadas na memória da solidão
Fazer dos teus braços as grades, e do teu peito o chão...
Sozinha…
Preciso de estar sozinha...
Num sítio onde o vento beija o meu rosto
E sim…onde te encontro…onde te espero!
Nas manhãs que um dia, hão-de vir…
(Lúcia Machado)
P.S. Por vezes, dou por mim a ler o que escrevo…
E nem mesmo eu, me reconheço ou percebo de onde sai tanta dor!
Acho que, como diz uma amiga minha, “cultivo-a?!)
Maybe…mas só fico leve, quando escrevo esta “raiva" esta "angústia” que me fere e sai!...
Esta é a minha forma de “gritar” ao mundo e “espernear” contra tudo o que vai cá dentro : p
Serei mesmo doutro planeta!!
Eheheh!
Não interessa! Importa que me sinto mais leve depois disto : p
23/07/2008

Sentada aqui, a ouvir e a sussurrar
…este velho silêncio
Tentando captar o momento em que te vejo
Com lucidez da mente distorcida
…Ouço as músicas que são nossas
Como um velho tempo passado
Sobre a imensidão do mar
Tento esquecer, continuar…
Mas nada me deixa!
São as palavras proferidas, jamais esquecidas…
É o teu jeito, em forma de anjo doce,
Protector do meu sono perdido
Quero simplesmente…
Adormecer… seja num campo de jasmim
Nos teus braços…
Ou mesmo, numa cama de melodias…
Feita de sorrisos ou do teu olhar enternecedor
…Adormecer contigo abraçado a mim…
E todas estas coisas em que acredito…
A verdade, o amor, toda a paixão
E só te quero perto de mim…
Deitar-me numa cama de utopias, devaneios, fantasias...
Julgar que morro…
Ao encontrar-te, no fechar dos meus olhos
Quero então fechá-los para sempre…
Para morrer feliz…contigo aqui
(Lúcia Machado)
17/07/2008

Pensei…
Em mudar o coração
Colocá-lo no meio do iceberg
Mas, depois reflecti
Num iceberg?!
Olhei para o peito
E …
Só tenho de o transformar
Em objecto inanimado
Que só funciona, ao acorde do seu dono…
Pensei e repensei….
Vou Transformá-lo em tinta
Para a minha escrita
Uma vez apaixonada…
Por vezes precipício, num fim da estrada…
Resolvi…vou deixá-lo ir ao sabor do vento
Descobrir-me novamente a escrever…
Morrendo para renascer
(Lúcia Machado)
06/07/2008
...

Penso e quanto mais penso…
Fico com a certeza que, nada mais importa…
De que me servem os dias, se o meu Sol se foi?
Para que quero a noite, se a estrela que me guia não está lá?
Deito-me, fecho os olhos e tudo o que sinto, é a falta da tua presença…
Do teu cheiro...dos braços que me protegem...do teu coração veloz…
E, nas lágrimas que correm…
A dor que assola a minha alma…faca cravejada no meu peito…
Para que quero o meu coração, se o teu, já não bate pelo meu?
Para que quero o canto dos pássaros, se o meu mundo se ajoelhou ao silêncio da tua ausência?
Tudo o que resta, é um corpo esquecido na confusão da carne…
…e quanto mais penso…
Fico com a certeza que, o meu mundo és tu…
A razão do meu ser…do meu viver…
Preciso de ti…e tu…não estás aqui…
…Só tenho o teu rosto gravado na minha memória…
(Lúcia Machado)
Fico com a certeza que, nada mais importa…
De que me servem os dias, se o meu Sol se foi?
Para que quero a noite, se a estrela que me guia não está lá?
Deito-me, fecho os olhos e tudo o que sinto, é a falta da tua presença…
Do teu cheiro...dos braços que me protegem...do teu coração veloz…
E, nas lágrimas que correm…
A dor que assola a minha alma…faca cravejada no meu peito…
Para que quero o meu coração, se o teu, já não bate pelo meu?
Para que quero o canto dos pássaros, se o meu mundo se ajoelhou ao silêncio da tua ausência?
Tudo o que resta, é um corpo esquecido na confusão da carne…
…e quanto mais penso…
Fico com a certeza que, o meu mundo és tu…
A razão do meu ser…do meu viver…
Preciso de ti…e tu…não estás aqui…
…Só tenho o teu rosto gravado na minha memória…
(Lúcia Machado)