28/07/2008

Abro as asas, lanço-me no infinito
Fecho os olhos, com o vento a bater-me na face
Grito, até me doer os pulmões
Abraço-te, minha imagem suspensa no infinito
Solto-me em rodopios estonteantes
O sangue corre-me nas veias
Com a velocidade do pulsar do coração
A queimar-me por dentro
Até a ti chegar…


(Lúcia Machado)


Sinto que está incompleto…
Mas, por agora fica assim…

1 comentário:

  1. Talvez o imcompleto seja o lógico...fica tudo em aberto, esperando o amanhã...

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