Vazio vai o pensamento
Tudo pesa, e nada flutua
Um enorme cansaço apodera-se do corpo
Vai morto de tédio
E apenas anseia o deleite da cama macia
Pesa o ar que respira
Flutua o corpo que pende no limiar da sanidade
Uma borboleta,
Duas cotovias,
Três cigarras
…cigarros?
…catarros?
…carros?
Está louco!
Já não sabe!
Tal é o peso dos olhos a querer fechar.
Venha a carroça!
Levem o dito morto daqui.
Deixem-no perto de um riacho
Lá longe onde correm as águas cristalinas
Deixem-no morrer ao som dos pássaros de asas azuis
Cubram-no com o manto das estrelas.
(Lúcia Machado)
Adoro a forma como reflectes os sentimentos mais puros...obrigado pelas palavras deixadas lá no meu cantinho.
ResponderEliminarBeijo
Fatima
A palavra ganha outro significado quando se voa pelos recantos da sua loucura. Deve ser a maldição da carroça
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