…Teu nome, reconhecido a cada ausência, a cada dobrar da esquina nua e crua… na voz que o vento assobia…, trás as sílabas do teu novo “eu”… misto de um cheiro raro, uma brisa que sopra o doce aconchegar no casulo… esse, protegido por um mar revolto na dor da carne… nasce um outro “eu” também… e num tempo agora distante, arrastam-se as tábuas do meu caixão, intitulado…
aqui jaz: ”um antigo eu”
…talvez inanimado pelo doce ópio da paixão…
(Lúcia Machado)
Como tudo o que tenho lido por aqui...um meditar curioso, na palavra grande que certamente é o teu "EU".
ResponderEliminarBjo
Fatima