Carregas no peito um coração pesado
Por vezes o fardo da vida, simplesmente se instala em ti.
Trazes nas palavras, dor, desilusão, desamor até…
Nada te entende, te compreende…
Refugias-te nas palavras, soro para a alma
E no complemento da música, a tua sina
É vida…mesmo que por vezes, estejas mais morto
Que o simples cair das folhas, em terra maldita.
Amas, sem saber o que te espera
Ou talvez não ames…
…E apenas te escondes, por detrás dessa máscara
Feita droga e álcool da vida…
Rasgas nas palavras as lágrimas de sangue
O inodor, ardente sabor da derrota
Abre o teu peito ao amor
Abre as asas, lança-te ao desafio que te abafa
Não sejas mais que um farrapo, desbotado, inanimado e sem sentido
Rompe o cordão umbilical da tristeza…
Renasce na simples aurora…
Recomeça a tua história.
(Lúcia Machado)
[...Feito a pensar em alguém...e em ninguém em especial...]
Um belo poema com uma mensagem bem clara.
ResponderEliminarGostei imenso querida amiga. Este teu poema está muito bem escrito.
Boa semana, beijo.
Vim cá parar pelo blog do Nilson ... Vim , adorei e acho que venho para ficar :-)
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