13/12/2007

Encontro-me...


Encontro-me na sombra da azinheira
Entre o tempo da luz dormente e o infinito
Um lugar onde o vento prenuncia o teu nome,
Onde a brisa reconhece a tua passagem
E faz da árvore branca, memória do coração
Carrego na alma a inebriante doçura do teu olhar
Meu segredo… pulsar da vida em transfiguração
Janela fechada para outra dimensão,
Jaz o tempo que já não vivemos
Apenas a marca do destino que não sabemos

(Lúcia Machado)

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